O Programa Ecofrota da Prefeitura de São Paulo, que utiliza como uma de suas matrizes de energia limpa os ônibus movidos a biodiesel, foi paralisado devido a problemas técnicos e financeiros. Inicialmente, a proposta do programa era de substituir totalmente a matriz energética dos ônibus da capital, visto que a Lei de Mudanças Climáticas de São Paulo estipulou que até 2018 a cidade deve aderir a energia renovável em 100% de sua frota, no entanto, engenheiros da SPTrans (São Paulo Transporte) suspenderam a compra de novas tecnologias por temerem a inviabilidade do projeto.

O diretor econômico-financeiro da SPTrans, Adalto Farias, afirma que com o biodiesel a Prefeitura gastava R$ 2 milhões por mês, o que subiria para R$350 milhões se toda a frota fosse substituída. Farias defende que é preciso definir previamente as fontes energéticas com melhor custo benefício antes de fazer as mudanças completas.

A urgência em realizar a substituição completa da frota à diesel se dá pelo impacto que este acomete a saúde humana, visto que 40% da poluição atmosférica da cidade provém de sua queima.

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