Vigília da Cúpula dos Povos no Aterro do Flamengo 
Dia 17 junho, final da tarde
Aterro do Flamengo

http://cupuladospovos.org.br/2012/06/venha-fazer-parte-da-nossa-vigilia/

Ao final da tarde de 17 de junho, o território da Cúpula vai abrigar uma vigília na tenda principal do Espaço Religiões por Direitos (RbD). A proposta do encontro é promover os direitos humanos – uma das bandeiras da Cúpula – por meio das simbologias e expressões das diferentes tradições religiosas envolvidas na articulação RpD. A RpD é uma coalizão ecumênica e inter-religiosa que reúne mais de 100 redes nas quais atuam organizações ligadas a igrejas cristãs, entidades de ajuda humanitária e de apoio a projetos de desenvolvimento, além das mais diversas expressões religiosas do Rio que aderiram à proposta.

É importante não confundir a Vigília com um ato religioso, apesar de ser organizada por religiosos. O momento é de comunhão de ideias e sentimentos para o mundo que nós queremos para as próximas gerações.

Os principais elementos serão a terra, a água, o ar e o fogo. A partir do acolhimento destes elementos, haverá momentos de reflexão, celebração e de defesa dos direitos fundamentais das pessoas e da natureza.

Durante a leitura dos sete direitos propostos pela RpD um grupo acenderá velas e, ao final da leitura, um enorme candelabro se formará entre o público. São os direitos das Comunidades Tradicionais; à Água e pela proteção do meio ambiente; à Alimentação; Direitos Sociais; Direitos Humanos, Sexuais e Reprodutivos; à Educação e Cultura; à comunicação.

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Exposiçao Humanidades de Bia Lessa
Dias 11 a 22 de junho, entre 10 e 18h
Forte de Copacabana
www.humanidade2012.net
www.facebook.com/humanidade2012

Humanidades 2012 é uma iniciativa conjunta da Fiesp, Sistema Firjan, Fundação Roberto Marinho, Sesi-Rio, Sesi-SP, Senai-Rio, Senai-SP, com patrocínio da Prefeitura do Rio, do Sebrae e da Caixa Econômica Federal.

Com capacidade de suportar até 5.000 visitantes ao mesmo tempo, o circuito expositivo do Humanidade 2012 é gratuito e voltado para todos os públicos. Ao andar pela estrutura de ferro, que ocupa 7.000 m² e é comparada a um prédio de seis andares, não é difícil encontrar pessoas emocionadas e registrando tudo em fotos.

A exposição, lúdica e interativa, tem destaque na Capela, o centro do evento, onde há um pêndulo fora do eixo indicando que a terra está fora de si e que é preciso colocá-la no prumo. Para isso, 100 pessoas precisam fazer simultaneamente um mesmo movimento, simbolizando uma ação global. Há também a “biblioteca mãe”, com cerca de dez mil livros indicados por personalidades.

A sala Biodiversidade Brasileira é coberta de espelhos e fotografias impressas em tecido, o que cria uma infinidade de imagens de vegetação. Na sala Produções Humanas, há uma maquete de uma cidade fictícia que registra as linhas de abastecimento de energia, água, esgoto, entre outras. O Terraço do Olhar tem vista para a praia de Copacabana e será local de vigia: o visitante terá lentes de aumento para observar a vista com olhar para aspectos como o trânsito, a ciclovia e a sujeira deixada na praia.

A exposição fica aberta ao público, gratuitamente, até o dia 22 de junho, de 9h às 18h, no Forte de Copacabana (Praça Cel. Eugênio Franco, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ).

Conheça outros espaços da exposição:

Sala Mundo em que Vivemos: o visitante é apresentado à ideia do Antropoceno e convidado a fazer uma viagem reflexiva com início no século XVIII, através de máquinas, desenhos, luz e som para mostrar a ação do homem no planeta.

Sala Brasil Contemporâneo: dá sequência à sala “O Mundo Dividido”, formando uma espécie de tenda festiva, onde o mapa do Brasil é tecido a partir de fitas com o nome de cada país. Receberá um músico que vai tocar melodias brasileiras conhecidas do grande público.

Recepção e apresentação do projeto: onde os visitantes terão acesso ao terreno do Forte de Copacabana e poderão passear em um jardim para aproveitar a natureza.

Sala O Mundo Dividido: revestida externamente com fotografias de fome, pobreza, desastres e guerras. No interior, imagens de um mundo dividido em países separados, representados por suas respectivas moedas.

Sala Homem e suas Conexões: tem o objetivo de estabelecer a ligação entre as necessidades e desejos humanos com os meios de produção industrial, educacional, tecnológico etc.

Sala Diversidade Humana Brasileira: chão, teto e paredes também são de espelhos. Haverá 1800 fotografias de diversos brasileiros de diferentes raças e credos.

Sala do Rio de Janeiro: voltada para a apresentação do Rio como uma cidade que está se preparando para o futuro. Os visitantes terão acesso ao COR (Centro de Operações Rio), espaço que monitora o Rio de Janeiro 24 horas por dia.

Sala do Indivíduo e das Forças da Natureza: o visitante experimentará as forças da natureza e poderá deixar a sua mensagem para o futuro, que ficará exposta no Museu do Amanhã.

Sala Museu do Amanhã: apresenta o projeto do museu de ciências voltado à exploração das possibilidades de construção de diferentes caminhos para o futuro a partir de escolhas realizadas hoje.

Jardim dos Encontros: espaço de confluência das salas e de convivência dos visitantes coberto pelo céu de Copacabana e abraçado por uma vista privilegiada. Rodeado de bandeiras de todos os países, comemora a fraternidade entre os povos.

Café Cultural: espaço de contemplação do mar, reflexão e shows abertos ao público.

Auditório das Humanidades: espaço de conferências fechadas e de shows abertos ao público coberto por fotos que simbolizam diferentes grupos sociais através do mundo.

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Projeto Paisagem Vik Muniz
Paisagem – Vik Muniz
Dias 15 a 22 de junho, 11h às 17h
Aterro do Flamengo, próximo à Rua Jardel Jerculis

O GLOBO promove, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e a Coca, uma ação com o artista plástico Vik Muniz. Uma tenda reproduzirá o estúdio do artista e com participação do público usando lixo, Vik fará uma obra em tempo real.

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Good Planet Film Festival
Dias 16 a 21 de junho
Verificar horários dos filmes, cada dia um tema diferente!
Praça Floriano, 7 – Centro, Rio de Janeiro, Metro Cinelandia

Todos os dias às 14h, exibição do filme Home
http://www.goodplanet.org/pdf/Rio+20-GoodPlanet-Film-Festival.pdf

 

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Exposição “A Terra Vista do Céu ” do fotógrafo e ativista francês Yann Arthus-Bertrand 
Dias 27 de abril a 24 de junho 
Cinelândia 

A iluminação das fotos fica acessa até as 23:00

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2012/04/27/a-terra-vista-do-ceu-expoe-fotos-aereas-para-sensibilizar-sobre-protecao-do-meio-ambiente.htm
http://www.todorio.com/rio/blog/2012/04/27/a-terra-vista-do-ceu

 

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Rio+Bike
World Bike Ride & Walk at Rio+20
Dia 21 de Junho, 8H00
Cinelândia (Praça Floriano)

 

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Mostra Cinesul Ambiental Apresenta 15 filmes 
CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66 Centro

Uma tempestade na Região Serrana do Rio de Janeiro causou em 2011 a maior catástrofe natural do Brasil. Em meio a esse cenário de caos e destruição, um grupo de pessoas uniu forças para salvar animais vítimas dessa tragédia.

· La Verdad no Contada, de Jorge Cajar
PANAMÁ, 61 min.
História da luta dos trabalhadores das bananeiras de Puerto Armuelles (Chiriqui) desde os tempos do estabelecimento da transnacional United Fruit Company (1927) até nossos dias. Testemunho comovente do sofrimento e das lutas de um povo sitiado pelo desemprego e a fome.

· Tierra sin mal, de Ivi Imarae e Ricardo Macián Arcas
ESPANHA, 90 min.
Por que depois de cem anos identificada continua sendo uma doença desconhecida e esquecida? Por que afeta principalmente à população pobre e indígena? Diz a Doutora Pilar Mateo: “o problema não é o Mal de Chagas, mas o que esconde o Mal de Chagas”.

· Sagrada terra especulada – a luta contra o setor Noroeste, de Zé Furtado
BRASIL, 70 min.
A luta ideológica entre a permanência de uma comunidade indígena Fulni-ô, localizada no Plano-Piloto de Brasília, e a construção do bairro Setor Noroeste, destinado à classe alta do Distrito Federal. Narrado pelo cantor de rap GOG é um grito contra a especulação imobiliária e pelo respeito à diversidade.

·Das barrancas do Rio Cariá, de Chico Carneiro
BRASIL, 66 min.
O proprietário de uma decadente olaria no Rio Cariá, no norte do Brasil, nos conduz em uma viagem por um mundo que, sem mudar, debate-se com o seu fim. “A gente só sobrevive porque Deus é bom”, sentencia o senhor Badu, enfatizando ainda que “quando esses oleiros mais jovens morrerem, a profissão se acaba”. Um de seus filhos mais novos, 36 anos, já pensa em aposentar-se e viver dependente da mulher, que trabalha como empregada doméstica.

· No fundo nem tudo é memória, de Carlos Segundo
BRASIL, 75 min.
Traz a história de um narrador-personagem que, já de início, revela possuir um sonho, um sonho de infância, o sonho de construir uma cidade. A sua cidade. Em seu caminho, ele se depara com a cidade velha de Nova Ponte, que foi consumida pelas águas para dar
lugar ao lago de uma usina hidrelétrica. Ainda no processo de construção de sua cidade imaginária, sua história se choca no percurso de outras personagens; de várias outras histórias; de muitas outras memórias.

CURTA FICÇÃO
Salina, de Bruno de Oliveira
BRASIL, 6 min.
Sem nunca olhar pra trás.

CURTA DOCUMENTÁRIO
O veneno está na mesa / Silvio Tendler
BRASIL, 50 min.
O Brasil é, desde 2008, o país que mais consome agrotóxicos no planeta. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo o mundo pelo risco que representam à saúde humana e ambiental. O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para toda a população do campo e das cidades, que consomem os produtos agrícolas com agrotóxicos. Só quem lucra com isso são as transnacionais fabricantes dos venenos.

Movimento Ocupa Rio – em um lugar chamado Cinelândia, de Jonas Bueno
BRASIL, 17 min.
Documentário sobre o Movimento Ocupa Rio.

Manjoada, de Márcio Costa
BRASIL, 14 min.
Realizado por universitários da Mindinho Filmes em parceria com o curso de Cinema e Animação da Universidade Federal de Pelotas, acompanha o dia-a-dia dos pescadores da Colônia Z3 – localizada as margens da Lagoa dos Patos, em Pelotas/RS – afetados pela
escassez do pescado, devido a alterações climáticas.

Rio Branco, de Márcio Dias Pereira
BRASIL, 11 min.
Para mostrar a falta de respeito e consideração que os políticos têm com os ciclistas e o descaso que alguns condutores motorizados apresentam, um grupo performático sai vestido com roupas e acessórios brancos pelas ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro para protestar e demonstrar a toda população a dificuldade e a importância que
se é andar de bicicleta dentro de uma grande metrópole. A performance questiona valores e tendências do mundo moderno.

Insustentável, de Luisa Pereira
BRASIL, 15 min.
O mundo produz mais comida do que precisa e desperdiça quase tanto quanto consome. Insustentável mostra que a valorização do excesso traz consigo um resultante com o qual ainda não aprendemos a lidar: o excedente.

3270 Transformador, de Andrés Dunayevich
ARGENTINA, 38 min.
Um grupo de mulheres de um assentamento de Cordoba carregam postes em seus ombros. Esta é a história matizada, onde há espaço para pequenas histórias que retratam as diferentes situações que estão por trás de um gancho.

El Oro y La Vida, de Álvaro Revenga
GUATEMALA, 57 min.
A América Central sofre atualmente uma invasão de transnacionais mineradoras. Em Honduras e El Salvador a indignação e a organização crescem a cada dia. Na Guatemala, mais de 50 povos maias descidiram suspender a expansão da mineração através de consultas à comunidade. Esta luta só começa.

Desalojos, de Xálvaro Revenga
GUATEMALA, 30 min.
Guatemala, Março de 2011: em apenas quatro dias, um espetacular operativo militar e policial desaloja 12 fincas do Valle del Polochic. A lei e a força se unem em favor dos proprietários do Engenho açucareiro Chabil Utz´aj, que reclama a propriedade destas terras frente a mais de 800 famílias maias q´eqchi´ é que ficaram no abandono.

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A Mata Atlântica é Aqui – Exposição Itinerante do Cidadão Atuante
Fundação SOS Mata Atlântica
Dias 14 a 24 de junho 
das 10h às 18h de 15 a 21/6; e das 10h às 17h de 22 a 24/6.

Rua do Russel, 01, no Largo da Glória

Dois caminhões adaptados  promoverão  atividades e atrações gratuitas com o público.

 

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Videoinstalação sensorial Museu Cerrado de Siron Franco

Dias 12 a 23 de junho
Horários: de terça a sexta, de 12h às 18h /sábados, domingos e feriados, de 11h às 19

Museu de Arte Moderna MAM
Av. Infante Dom Henrique 85 -Parque do Flamengo
Tel: 2240 4944 / 2240 4899

Trata-se da videoinstalação sensorial Brasil Cerrado, especialmente criada para o evento pelo artista plástico Siron Franco, a convite da ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira. Com mais de 600m2 de área montada, distribuídas em quatro salas e dois mega painéis, a videoinstalação é gratuita e foi concebida para aproximar o visitante das belezas do cerrado brasileiro e explicitar a urgência de sua preservação.

De forma criativa e lúdica, o artista apresenta um novo e belo mundo ao visitante. São insetos, flores, pássaros, animais, texturas, cores e odores do cerrado apresentados em grandes projeções com alta definição, esculturas, fotos e textos. A sonorização dos espaços, a aplicação de essências específicas da região e a presença de elementos sensoriais como água e calor nos diferentes ambientes conduzem a um passeio profundo por um universo onde a natureza é soberana.

A destruição que assola o cerrado dá a tônica da segunda parte da instalação. A sensação de perda e de urgência fica clara e o visitante passa a entender as necessidades imperativas das ações de proteção ambiental do bioma do Cerrado, o segundo maior do país. “A intenção é provocar conforto e desconforto. Apresento o acolhimento que a natureza nos proporciona e também a destruição que o homem vem causando”, afirma Siron Franco. Ao fim da visita, o público pode ver mapas da degradação, em tempo real, via satélite, diretamente do site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O pintor, desenhista e escultor nasceu em Goiás Velho (GO) e passou sua infância e adolescência em Goiânia. Desde tenra idade, o cerrado tornou-se uma de suas paixões, marcando forte presença em seu trabalho. Dono de uma técnica impecável, Siron possui mais de 3.000 obras criadas, além de instalações e interferências, representadas nos mais importantes salões e bienais internacionais.

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Cultura e Sustentabilidade
Galpão da cidadania
Rua Barão de Tefé 75, Gamboa, Rio de Janeiro – RJ. (21) 3005-4104.

A agenda cultural da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, está ancorada principalmente em dois locais da zona portuária da cidade No Galpão da Cidadania e no Armazém 6 do Cais do Porto, agora batizado de Armazém da Utopia, a programação do Ministério da Cultura (MinC) foi aberta na noite do dia 13 pela ministra Ana de Hollanda.

Espaço para a reflexão e o debate sobre a importância da cultura como eixo estratégico do desenvolvimento sustentável, o Galpão da Cidadania abriga até o próximo dia 22 uma programação variada: apresentações artísticas, exposições, seminários, oficinas, mostras de audiovisual e até gastronomia, com enfoque na sustentabilidade.

A agenda de shows, em dois horários, às 18h e às 21h, foi aberta na noite de quinta-feira (14) pela cantora Vanessa da Mata e terá até o dia 22 nomes como Frejat, Elba Ramalho, Mart’nália, Marcos Sacramento e Hamilton de Holanda. Os espetáculos são gratuitos e limitados à capacidade do galpão, de 1.500 pessoas.

Já o Armazém da Utopia foi concebido pelo MinC como espaço voltado para o exercício da criatividade, reflexão, trocas e diálogos, por meio de apresentações musicais, instalações visuais e performances. O destaque na programação é o Havana Café, às 19h, que procura recriar o clima dos cabarés alemães dos anos 20 do século passado, e que serviram de modelo e inspiração para o teatro de Bertolt Brecht. O espetáculo reúne atores e músicos interpretando os mais variados estilos musicais: mambos, rumbas e boleros, entre outros.

Ainda no Armazém da Utopia, o Drive-In Rio, às 21h30, é um evento de performances e instalações visuais em grande escala. São dez sucatas de carros organizados em linha de frente a duas telas de projeção, lembrando um cinema drive-in. Cada carro serve de plataforma para o trabalho de um artista plástico, do Brasil ou de outros países.

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Pavilhão Brasil

Nos dias 20, 21 e 22 estará fechado ao público. Aberto somente para delegações credenciadas para a Conferência

Dias úteis: das 11h às 21h

Finais de semana: das 10h às 21h.

O Pavilhão Brasil, espaço destinado a apresentação de programas e projetos federais, estaduais e municipais para a promoção do desenvolvimento sustentável e inclusão social, foi inaugurado na manhã desta quarta-feira, 13 de junho, pela Presidenta Dilma Rousseff.

Localizado no Parque dos Atletas, ao lado do Riocentro, o Pavilhão será palco de exposições governamentais. Lá também serão realizados seminários, palestras e mesas-redondas, além de demonstrações de inovação e gestão de empresas no campo da sustentabilidade.

O local, explicou a Presidenta, exibe alguns dos avanços do Brasil na inclusão social nos últimos anos. “O Pavilhão Brasil é um espaço onde todos poderão conhecer realizações e avanços que temos feito”.

Toda a concepção do local adota o conceito ambiental sustentável com material certificado, distribuição de documentos digitais (no-paper) por meio de estações multimídias, com tela sensível ao toque para seleção e gravação de arquivos digitais.
Na área que circunda o Pavilhão, foi montada uma exposição que gira em torno de cinco eixos temáticos:

• Inovação e Produção Agrícola Sustentável;
• Inclusão Social e Cidadania;
• Energia e Infraestrutura;
• Turismo, Grandes Eventos e Cultura;
• Meio Ambiente.