A emissão excessiva de poluentes não impacta apenas em mudanças climáticas. Cada vez mais fica claro para os órgãos mundiais que essa é também uma questão econômica.

O gráfico abaixo apresenta o impacto dos gastos provindos de mortes causadas pela exposição humana ao PM2.5 no PIB de países da América, Europa e Ásia, onde este último lidera o grupo, contendo os três primeiros países com maiores gastos de mortalidade – China, Russia e Índia. O Brasil encontra-se em décimo quinto na lista.

Fonte: The Economist

Ao longo da última década, o aumento da demanda por energia elétrica tem sido suprido, nos países da Ásia, especialmente por usinas de energia movidas a carvão. Tal modelo energético, associado a poluição emitida por carros e indústrias, matam anualmente 4 milhões de pessoas em todo o mundo, mais do que qualquer doença infecciosa.

Nesse sentido, as propostas de melhorias precisam passar necessariamente pela questão da geração de energia. Além disso, é preciso compreender que as medidas criadas pelos órgãos mundiais, governos e empresas para a diminuição da emissão de poluentes, além de reduzir os riscos das mudanças climáticas, também precisa impactar positivamente de outras formas – especialmente em melhorias de saúde que refletem diretamente na economia.

Saiba mais: http://www.businessinsider.com/encouraging-climate-action-try-jam-today-2014-9

 *Em São Paulo, O Instituto Saúde e Sustentabilidade também mensurou o impacto econômico da emissão de poluentes para os próximos anos. Confira aqui.

A emissão excessiva de poluentes não impacta apenas em mudanças climáticas. Cada vez mais fica claro para os órgãos mundiais que essa é também uma questão econômica.

O gráfico abaixo apresenta o impacto dos gastos provindos de mortes causadas pela exposição humana ao PM2.5 no PIB de países da América, Europa e Ásia, onde este último lidera o grupo, contendo os três primeiros países com maiores gastos de mortalidade – China, Russia e Índia. O Brasil encontra-se em décimo quinto na lista.

Fonte: The Economist

Ao longo da última década, o aumento da demanda por energia elétrica tem sido suprido, nos países da Ásia, especialmente por usinas de energia movidas a carvão. Tal modelo energético, associado a poluição emitida por carros e indústrias, matam anualmente 4 milhões de pessoas em todo o mundo, mais do que qualquer doença infecciosa.

Nesse sentido, as propostas de melhorias precisam passar necessariamente pela questão da geração de energia. Além disso, é preciso compreender que as medidas criadas pelos órgãos mundiais, governos e empresas para a diminuição da emissão de poluentes, além de reduzir os riscos das mudanças climáticas, também precisa impactar positivamente de outras formas – especialmente em melhorias de saúde que refletem diretamente na economia.

Saiba mais: http://www.businessinsider.com/encouraging-climate-action-try-jam-today-2014-9

 *Em São Paulo, O Instituto Saúde e Sustentabilidade também mensurou o impacto econômico da emissão de poluentes para os próximos anos. Confira aqui.