Estudo ressalta a opinião pública sobre ações e investimentos em saúde para a credibilidade das empresas.

No último dia 13 de julho, em São Paulo, a Edelman apresentou o seu estudo de Engajamento em Saúde, “Health Engagement Barometer”, realizado no início deste ano, que constatou que a opinião pública valoriza organizações de segmentos diversificados que investem em saúde. A Edelman é uma agência de Relações Públicas atuante no mundo inteiro, eleita em 2009 “A Agência do Ano” pela PRWeek.

A pesquisa questiona as pessoas sobre suas percepções e atitudes a respeito de saúde. Em 2010, foram entrevistas 15.257 pessoas no  Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, México, Reino Unido e Estados Unidos.

O estudo vem ao encontro do trabalho do Instituto Saúde e Sustentabilidade, na medida em que estabelece uma relação direta entre saúde e sustentabilidade e fundamenta a cidadania empresarial em saúde.

Evangelina Vormittag, diretora presidente do Instituto Saúde e Sustentabilidade, falou sobre saúde e sustentabilidade durante o lançamento da pesquisa, ao lado da líder regional da Edelman para a América Latina, Zerene Kahan e do vice-presidente global da prática de saúde da Edelman, Bruce Hayes.

Segundo a pesquisa, saúde e sustentabilidade são temas que se relacionam diretamente.  73% dos entrevistados disseram que proteger a saúde pública é tão importante quanto proteger o meio ambiente e mais de dois terços deles (69%) afirmaram que as empresas deveriam envolver-se na melhoria da saúde do mesmo modo que na melhoria do meio ambiente. Além disso, mais da metade dos entrevistados (65%) consideraram que a saúde do planeta deveria ser tão valorizada quanto a saúde das pessoas.

Os achados são surpreendentes. 88% dos entrevistados brasileiros confiam mais em empresas que se engajam efetivamente em saúde e 69% recomendam ou compram produtos dessas companhias. Ou seja, a sociedade espera e confia mais nas organizações que se envolvem com temas e ações da área da saúde para além do bem-estar dos próprios funcionários. Contrariando a expectativa dos pesquisadores, os resultados não se restringiram àquelas companhias que trabalham diretamente com saúde, se estendendo para organizações de segmentos diversos como varejo, entretenimento, tecnologia, finanças e alimentos.

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