De acordo com um estudo da Universidade Shanxi de Medicina , do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Taiwan, e da Universidade de Saúde Pública Shangai Fudan, a regulamentação da poluição atmosférica durante a última década colaborou para a redução de mais de 50% dos gastos de saúde pública relacionados a mortes e doenças causadas pela poluição do ar.

A publicação é um marco para a situação ambiental da China, já que é a primeira a apontar os benefícios econômicos e de saúde provenientes das politicas de redução da poluição atmosférica nas áreas mais poluídas do país.

Taiwan é conhecida por sua produção industrial, e para combater os impactos da emissão de poluentes pelas fábricas, o governo implementou ao longo dos anos diversas políticas para minimizar tais impactos. Entre 2000 e 2012, fontes de alta emissão foram fechadas, empresas passaram por auditorias e tiveram que passar por um processo de atualização da matriz energética para implantar a utilização de fontes renováveis. Como resultado, a concentração de material particulado (mp10) na atmosfera caiu mais que a metade, de 196 µg/m3 em 2001 para 89 µg/m3 em 2010, medidos em oito pontos diferentes da cidade.

Tal melhoria impactou no cálculo de 2.810 vidas salvas; 31.810 leitos livres nos hospitais; redução de 141,457 consultas; 969 casos de emergência e 951 casos de bronquite. Houve a economia de US$621 milhões em gastos com mortes prematuras.

Atualmente apenas 74 cidades chinesas monitoram a qualidade do ar. Em março deste ano Li Kequiang anunciou guerra contra a polução atmosférica.

Os resultados da pesquisa podem ser encontrados aqui.


According to a study of Shanxi Medical University, the Center of Diseases Control and Prevention of Taiyuan Municipality and Shanghai Fudan University School of Public Health, regulation of air pollution during the last decade contributed to the reduction of more than 50% of spending with public health related to deaths and illnesses.

The publication represents a mark for the environmental situation in China, since it is the first to point out the economic and health benefits from the policies to reduce air pollution in the most polluted areas of the country.

Taiwan is known for its industrial production, and the government has implemented over the years several policies to minimize and combat the impacts of emissions from factories. Between 2000 and 2012, high emission sources were closed, businesses have undergone audits and had to go through an upgrade process of the energy matrix to implement the use of renewable sources. As a result, the concentration of particulate matter (PM10) in the atmosphere fell by more than half, from 196 µg/m3 in 2001 to 89 µg/m3 in 2010, measured in eight different parts of the city.

This improvement has impacted in: 2,810 fewer premature deaths, 31,810 fewer hospital admissions, 141,457 fewer outpatient visits, 969 fewer ER visits, and 951 fewer cases of bronchitis. There was a savings of $ 621 million in spending with premature deaths.

Currently only 74 Chinese cities monitor their air quality. In March this year, Li Kequiang announced war against atmospheric emission.

The survey results can be found here.