A palavra sustentabilidade não poderá mais ser usada de qualquer forma na publicidade.

O CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) aprovou novas regras, aperfeiçoando o seu código, para que a menção ao tema da sustentabilidade obedeça a critérios de “veracidade, exatidão, pertinência e relevância”.

O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos indevidos do tema sustentabilidade. As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, colaborando para a não banalização do termo “sustentabilidade”.

Desde o seu primeiro Código de Autorregulamentação Publicitária, aprovado há mais de 30 anos, o CONAR, de forma visionária, já assinalava regras a respeito de proteção ao meio ambiente. O Conselho considera que a publicidade também tem o papel de contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.

A medida vem coibir uma prática que ficou conhecida no meio publicitário comogreenwashing  ou marketing verde, que ocorre quando  o anúncio promove uma percepção enganosa de que as políticas de uma determinada empresa ou produto são ecologicamente corretas.

As novas regras entram em vigor em agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.

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