A Academia Brasileira de Ciências, em conjunto com outras 37 Academias de Ciência no mundo publicaram um documento sobre os co-benefícios em saúde das políticas de redução dos gases de efeito estufa.

Com ousadia e coragem, as academias signatárias mostram sua liderança e fazem uma série de recomendações num movimento de trazer a saúde humana para o centro das discussões das mudanças climáticas.

Ao contrário dos benefícios da redução das emissões de gases do efeito estufa, que são pouco palpáveis especialmente num curto período de tempo, os benefícios em saúde dessa redução são imediatos e perceptíveis localmente.

O documento chama atenção para a população mais vulnerável que é justamente a população socialmente desfavorecida e apresenta os potenciais co-benefícios em saúde como argumentos para a formulação de políticas de mitigação.

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